Archive for julho, 2010

Um beijo para os meus familiares

Posted: 25th julho 2010 by Vanessa Barbara in Crônicas, Folha de S. Paulo, TV
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Espremer-se com um grupo de amigos a fim de caber no enquadramento e sorrir para a máquina fotográfica está entre as práticas mais degradantes do ser humano. Não há páreo para as pochetes, o telemarketing, as excursões a Porto Seguro, a podologia com ênfase em micoses, o vestido balonê. Pior que isso, só os agrupamentos [...]

Gordinhos no Pantanal

Posted: 18th julho 2010 by Vanessa Barbara in Crônicas, Folha de S. Paulo, TV
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Dos dezoito últimos temas abordados pelo programa “Globo Repórter” (Globo, sex. 22h), 38% pertenciam ao escopo da saúde, práticas alternativas e hipertensão. Outros 33% se referiam à vida selvagem. Há também a categoria “países exóticos” (16%), “psicologia materna”, “Doutores da Alegria” e “Chico Xavier” (os 13% restantes). No “Câmera Record” (Record, sex. 23h), o programa [...]

Detetives pouco selvagens

Posted: 11th julho 2010 by Vanessa Barbara in Crônicas, Folha de S. Paulo, TV
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Ele tem medo de germes, agulha, leite, morte, cogumelos, altura, multidões, elevadores, coisas redondas, lençóis e filhotes (nessa ordem). Também evita o contato com liquidificadores e abelhas – e com abelhas em liquidificadores. Adrian Monk, o detetive menos destemido de San Francisco, finalmente desvendou seu principal caso, após oito temporadas tentando descobrir quem matou a [...]

Campeões de audiência

Posted: 4th julho 2010 by Vanessa Barbara in Crônicas, Folha de S. Paulo, TV
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A cada programa de TV que vai ao ar, dúzias de projetos sem nexo ou possibilidade de audiência são rejeitados. Pois a série “Campeões de Audiência” (Canal Brasil) aposta justamente nesse rico filão. Em treze episódios, o ator e diretor Michel Melamed desenvolve 26 ideias que canal nenhum, em plena e sã consciência, teria coragem [...]

  Dormindo com os peixes Duelo de mentes em visita noturna ao aquário por Vanessa Barbara Piauí n. 46 Julho de 2010 “Quando eu era menor, queria ser paleontólogo”, diz Andrei, de 5 anos. Naquela época, ele era tolo e ingênuo. “Hoje eu quero ser biólogo marinho”, anuncia, diante de vinte pessoas e um atento cardume [...]